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Educadora Dagmar Veronez é sepultada sob forte comoção em Arujá

Foi sepultado neste sábado, no Cemitério Municipal do Jardim Rincão, o corpo da educadora Dagmar Veronez, de 72 anos, que faleceu na sexta-feira, vítima de complicações cardíacas. Há 14 anos atuando como gestora da Escola Municipal Freire, Dagmar deixa o marido Alfredo, o filho Gustavo, três netos, entre eles um recém-nascido, além dos irmãos Dorival Cabrinha, Pérola e Alba.

Centenas de pessoas passaram pelo velório para prestar as últimas homenagens à professora, em sua maioria profissionais ligados às redes municipal e estadual de ensino. A presença de educadores de cidades como Itaquaquecetuba e Poá evidenciou o alcance de sua trajetória e o respeito conquistado ao longo dos anos.
Reconhecida pelo comprometimento com a educação, Dagmar foi lembrada por colegas como uma profissional sensível, firme e profundamente engajada. “Era alguém muito especial, que acreditava realmente na educação como ferramenta de transformação. Eu fui liderada por ela na rede estadual e ela sabia se colocar ao lado dos professores, nos ajudando a atingir as metas, e também ao lado dos alunos e de seus familiares, porque entendia que tudo estava integrado. Seu profissionalismo sempre foi marca registrada”, destacou a professora aposentada Terezinha Rodrigues Norte.
A professora Isaíra também ressaltou a dedicação de Dagmar às causas escolares. “Era uma pessoa muito competente, sensível e comprometida com seus alunos e com a comunidade”, afirmou.
Abalado, o filho Gustavo disse ter encontrado consolo nos inúmeros relatos ouvidos durante o velório. “Eu a conhecia como mãe e hoje ampliei minha visão dessa mulher guerreira pela profissional que ela foi, uma agente de transformação na vida de outras pessoas”, declarou ao jornal.
A morte de Dagmar surpreendeu a comunidade arujaense e provocou forte comoção entre educadores, familiares, amigos e ex-colegas de trabalho.

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