Muito se ouve falar no serviço de cata-treco, mas você sabe como ele funciona em Arujá? Todas as semanas, as equipes da Secretaria de Serviços da cidade percorrem a área central e diversos bairros para recolher os materiais inservíveis que são deixados pelos moradores na calçada, na frente das suas casas.
Segundo o motorista Edson Rodrigues Ferreira, que nesta semana passava com o caminhão, coletando os objetos, juntamente com os ajudantes André dos Santos Ferreira e José Roberto Gomes Rodrigues, móveis como guarda-roupas, estrado de colchões, sofás, pedaços de madeira e objetos de vidro podem ser deixados para a recolha. Já os RCC (Resíduos de Construção Civil) e galhos de árvores, por exemplo, além de lixo comum e entulho, não podem ser coletados pela equipe.
Ele também detalhou a rotina do serviço. “Às segundas-feiras, costumamos passar no Barbosas, Renata e Vila Ferreira. Na terça-feira, fazemos o Centerville e o Barreto. Às quartas-feiras, estamos no Jardim Real e Arujamérica. Quinta-feira é a vez do Jardim Rincão, São José e Planalto. Sexta-feira é no Fazenda Rincão, Nossa Senhora do Carmo, Centro e nas avenidas. Sábado é o mesmo cronograma de sexta”, explicou.
Mas as equipes de Serviços não trabalharam durante a semana somente com o cata-treco. O trabalho de zeladoria prosseguiu em diversos cantos da cidade, com ações de roçagem e limpeza em vários bairros do município, a exemplo do Residencial, Barreto, Jardim Fazenda Rincão, Jardim Rincão, Jardim Vitória, Jardim Pinheiro, além da Estrada Bonsucessinho, Estrada Mário Gianella, Estrada Pirituba, Avenida Armando Colangêlo, Pró-Criança e Delegacia.
Além desses serviços, as equipes também realizaram a limpeza de bocas de lobo na Rua José Veloso da Silva e na Praça Bartolomeu Bueno.
Manter a cidade limpa e organizada é um compromisso coletivo que transforma a rotina de todos, garantindo mais segurança e qualidade de vida. Por isso, a Prefeitura reforça que a colaboração da população é indispensável para preservar esses espaços e construir uma cidade cada vez melhor para se viver.
