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Bad Bunny no Super Bowl: Cantor de “MIA” e crítico de Trump agita intervalo com show aplaudido e discurso emocionante

Bad Bunny, a estrela do intervalo do Super Bowl, encanta o público com performance e mensagem de amor

Neste domingo (8), enquanto o futebol brasileiro parava para clássicos como Corinthians x Palmeiras, um evento esportivo de outra modalidade capturou a atenção global: a final da NFL, entre New England Patriots e Seattle Seahawks. O jogo, disputado no Levi’s Stadium, na Califórnia, teve como um dos grandes atrativos o show de intervalo, que contou com a performance arrebatadora do astro porto-riquenho Bad Bunny.

Conhecido artisticamente como Benito Antonio Martinez Ocasio, o cantor de 31 anos, natural de Vega Baja, já é um nome consolidado na indústria musical. Sua presença no Super Bowl reforça seu status de ícone internacional, especialmente após sua recente conquista no Grammy Awards.

O artista foi celebrado na premiação, no último dia 1º, com o troféu de Melhor Álbum Urbano por seu disco “Debí Tirar Más Fotos”, um trabalho inteiramente em espanhol. Essa vitória soma-se ao seu impressionante currículo, que já inclui três Grammy Awards e onze Latin Grammy Awards, demonstrando sua contínua relevância e sucesso.

O discurso que marcou o Grammy

Durante seu discurso de agradecimento no Grammy, Bad Bunny não hesitou em usar sua plataforma para expressar críticas contundentes. O cantor direcionou suas palavras aos agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), clamando por justiça e humanidade.

“Fora, Ice”, declarou o artista, ecoando um sentimento de indignação. “Nós não somos selvagens, não somos animais. Somos seres humanos e somos americanos”, afirmou, defendendo a dignidade e os direitos dos imigrantes.

Apesar da contundência de suas críticas, Bad Bunny também fez questão de transmitir uma mensagem de esperança e união. Em um momento de tensões sociais, ele enfatizou a importância de combater o ódio com sentimentos positivos.

“Quero dizer, para as pessoas que estão assistindo, para não propagar o ódio. Estava pensando que às vezes a gente fica contaminado, e o ódio acaba se tornando mais poderoso quando você se agrega ao ódio. E a única coisa mais potente que o ódio é o amor”, ressaltou, incentivando o público a escolher o amor.

Reação de Donald Trump

As posições políticas e sociais de Bad Bunny repercutiram além do palco do Grammy. O presidente Donald Trump, em declarações à imprensa, expressou sua insatisfação com a escolha do cantor para o show do Super Bowl.

Segundo o jornal The New York Times, Trump teria afirmado que “acho que é uma péssima escolha. Tudo o que isso faz é semear ódio. Terrível”. A declaração indica um claro desacordo com as mensagens e a influência do artista.

O show e onde assistir

O espetáculo de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl teve início por volta das 22h, horário de Brasília, dependendo do andamento da partida. A performance eletrizante foi transmitida no Brasil por diversos canais, incluindo Sportv, Getv, ESPN, Disney+ e NFL Game Pass (DAZN), permitindo que fãs de todo o país pudessem acompanhar o talento do artista.

A apresentação de Bad Bunny no Super Bowl não foi apenas um show musical, mas também um momento de manifestação artística e social, reafirmando seu papel como uma voz influente na cultura pop contemporânea.

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