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Moradia e dignidade humana marcam lançamento da Campanha da Fraternidade na Câmara de Arujá

Fotos: Marcelo Vianna

Ao abrir os pronunciamentos, o vereador Divinei ressaltou que sua motivação para promover o lançamento em Arujá foi a relevância do tema. Segundo ele, a campanha não apenas mobiliza a comunidade cristã para um olhar mais atento à moradia, como também chama à superação da polarização política para viabilizar projetos habitacionais. “Que prefeito não quer construir moradias para quem precisa? Só que um município não consegue fazer isso sozinho, sem ajuda dos governos estadual e federal. É preciso deixar de lado a polarização, não olhar para a esquerda ou para a direita, mas andar para frente, buscando responder à necessidade do povo”, afirmou.
O prefeito Luís Camargo também discursou e ratificou as palavras do vereador, lembrando que programas habitacionais das esferas estadual e federal estão atualmente travados em razão da polarização política. “Nós temos total interesse em promover moradias para as pessoas, tanto que criamos a Secretaria de Habitação. Considero que falar sobre o direito à propriedade em uma Campanha da Fraternidade é um ato de coragem”, declarou.

A primeira-dama Clau Camargo relembrou uma experiência pessoal da infância, quando seus pais receberam dos avós uma pequena casa doada. Ela destacou a importância da moradia para qualquer mãe que deseja ver os filhos abrigados com dignidade. “Aqui em Arujá temos um olhar muito especial para isso. Na atual gestão, mais de 1.500 imóveis foram regularizados, proporcionando alegria e segurança jurídica às famílias”, afirmou.

A presidente do Legislativo exaltou a dedicação dos párocos de Arujá e destacou que a moradia é expressão da dignidade da pessoa humana. Disse estar feliz pela fraternidade concreta com que a cidade trata seus munícipes, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades.

Encerrando a noite, Dom Pedro Luiz Stringhini, com sua habitual simplicidade, recordou a própria infância marcada por dificuldades, mas também pela importância de um lar humilde e acolhedor. Ao comentar o tema deste ano, afirmou que falar de moradia é falar de segurança familiar, dignidade e justiça. “Como diz o Evangelho, Jesus veio morar entre nós, caminhar e conviver conosco e nos ensinar a ter um olhar especial para com nosso semelhante, seja ele um sem-teto, seja alguém que precisa do nosso acolhimento e cuidado”, destacou.

Ao Jornal de Arujá, o bispo afirmou que o tema da campanha dialoga não apenas com a realidade de Arujá e do Alto Tietê, mas com o Brasil como um todo, e busca mobilizar desde o cidadão comum até as autoridades públicas para garantir a cada pessoa o direito a um lar.

 

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