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Exames genéticos vão definir se homem linchado era autor de estupro na Dutra, afirma delegada

A Polícia Civil aguarda o resultado de exames específicos solicitados pela delegada Regina Campanelli, titular da Delegacia da Mulher em Arujá, para esclarecer se o homem de 60 anos que faleceu no Pronto Atendimento de Arujá, após ser espancado por um grupo de pessoas, é o autor do estupro de uma mulher de 37 anos, ocorrido no dia 4 de fevereiro s 23 horas, nas imediações da Rodovia Presidente Dutra, entre Arujá e Santa Isabel.

Durante reunião do Conseg, realizada na Igreja O Templo da Graça, no Arujamérica, a delegada explicou que a confirmação depende exclusivamente de laudos periciais, especialmente do confronto de material genético. No dia do crime, foi apreendida uma lata de bebida alcoólica supostamente consumida pelo agressor, encaminhada para extração de impressões digitais e vestígios biológicos. As roupas usadas pela vítima também foram enviadas para exame, possibilitando eventual confronto com o material genético do homem espancado.
Segundo a delegada, em outro caso de estupro registrado na região, a descrição feita pela vítima é compatível com a do crime do dia 4.

Ambas relataram que o agressor usava boné ou chapéu escuro, máscara e possuía olhos olhos azuis, característica compatível com o homem que foi linchado.

Apesar disso, Regina Campanelli foi cautelosa. “Mas não temos elementos para dizer que este homem que foi morto por espancamento seja o autor dos crimes. Os exames solicitados são essenciais, mas são complexos e os resultados tendem a demorar um pouco”, afirmou. Ela destacou ainda que trabalha para identificar os responsáveis pelas agressões que resultaram na morte do homem e promover o indiciamento dos envolvidos.

A vítima do estupro segue abalada, mas conseguiu fornecer características físicas importantes para a investigação. A delegada informou que será realizado procedimento de reconhecimento fotográfico.

Durante o encontro do Conseg, Regina também orientou mulheres sobre medidas preventivas e reforçou que, diante de um caso de violência sexual, é fundamental procurar imediatamente atendimento médico para realização da profilaxia contra doenças e gravidez. Em seguida, a vítima deve registrar ocorrência na delegacia para que as provas sejam preservadas e a investigação possa avançar.

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