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Animais Resgatados em Desastres Ganham Nova Política de Proteção Nacional Pós-Aprovação no Senado

Senado aprova Política Nacional de Proteção a Animais em Desastres, Rumo à Sanção Presidencial

Uma nova esperança surge para animais vítimas de desastres, acidentes e emergências no Brasil. O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei 2950/2019, que estabelece um marco legal para a proteção e o manejo de animais em situações críticas. A proposta, que segue para sanção do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visa criar protocolos permanentes e integrados para garantir o bem-estar animal em cenários de calamidade.

A iniciativa busca estruturar ações preventivas e coordenadas, estabelecendo regras claras para o resgate, acolhimento e destinação de animais domésticos e silvestres. A nova política, denominada Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados, também prevê medidas que deverão ser adotadas por empreendedores sujeitos a licenciamento ambiental, visando a redução da mortalidade e o aumento da conscientização sobre os direitos e o bem-estar animal.

Com a aprovação deste projeto, o país dá um passo importante na integração das políticas de proteção ambiental e defesa civil, reconhecendo a importância da fauna em situações de desastre. A expectativa é que a nova legislação contribua significativamente para a diminuição de perdas e para uma resposta mais eficaz e humanizada em emergências. Conforme informação divulgada pelo Senado Federal, o projeto agora aguarda a sanção presidencial para se tornar lei.

União, Estados e Municípios: Papéis Definidos na Proteção Animal em Emergências

A nova política de proteção a animais resgatados em desastres delineia responsabilidades claras para cada esfera de governo. A União terá o papel de apoiar estados, o Distrito Federal e municípios no mapeamento de áreas de risco e em ações de prevenção, mitigação, resgate e manejo dos animais atingidos. Além disso, a União também estabelecerá medidas preventivas de segurança contra desastres em unidades de conservação federais, garantindo a proteção de ecossistemas e da fauna silvestre.

Ações de Suporte e Capacitação para Estados e Municípios

Os Estados, por sua vez, oferecerão suporte aos municípios na identificação e mapeamento de áreas de risco, além de promoverem a capacitação de recursos humanos para as ações de proteção, acolhimento e manejo de animais resgatados. Essa formação é crucial para garantir que as equipes estejam preparadas para lidar com as complexidades do resgate e cuidado em situações de emergência, assegurando um atendimento eficiente e humanizado aos animais.

Municípios na Linha de Frente: Resgate, Abrigos e Conscientização

Os Municípios terão um papel ativo na linha de frente, com a oferta de capacitação de recursos humanos, fiscalização das áreas de risco e intervenção preventiva, incluindo a evacuação de animais de locais vulneráveis. A organização do sistema de resgate e atendimento emergencial à fauna impactada e a provisão de abrigos temporários são responsabilidades municipais. O projeto também estimula a participação de entidades privadas, voluntários e ONGs nas ações de acolhimento, fortalecendo a rede de apoio aos animais.

Foco na Redução da Mortalidade e Conscientização Ambiental

O principal objetivo da nova política é a redução da mortalidade de animais, tanto domésticos quanto silvestres, em situações de desastre. Isso será alcançado através da integração de políticas de proteção ambiental e defesa civil, e de uma maior conscientização sobre os direitos e o bem-estar animal. A medida representa um avanço significativo na forma como o Brasil lida com as consequências de desastres naturais e acidentes, garantindo que os animais não sejam deixados para trás.

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