Sábado, 10 de Outubro de 2026 às 14:44
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Brasil Brilha no Open das Américas de Halterofilismo: Sete Ouros Lideram Rumo a Los Angeles 2028

Brasil domina Open das Américas de halterofilismo com sete ouros e mira Los Angeles 2028

A delegação brasileira de halterofilismo está demonstrando força no Open das Américas, torneio realizado na Cidade do México. A competição, que vale pontos importantes para a classificação à Paralimpíada de Los Angeles em 2028, já viu o Brasil acumular impressionantes 14 pódios, com sete medalhas de ouro, liderando o quadro geral de medalhas após três dias de disputas.

O desempenho da equipe brasileira foi particularmente notável nesta terça-feira, dia 6, quando conquistaram quatro ouros e garantiram duas dobradinhas. Esse resultado impulsionou o Brasil para a liderança isolada da competição, mostrando a qualidade e a preparação dos atletas.

As informações foram divulgadas pela imprensa esportiva, destacando o impacto da performance brasileira no cenário continental e sua relevância para os objetivos paralímpicos. Acompanhe os detalhes dessa vitoriosa jornada.

Mariana D’Andrea quebra recorde e reafirma favoritismo

A paulista Mariana D’Andrea, atual bicampeã paralímpica, confirmou seu favoritismo na categoria até 73 kg. Ela não só conquistou o ouro, mas também estabeleceu um novo recorde das Américas, levantando 146 kg, um quilo a mais que sua própria marca de 2024. Sua companheira de equipe, a mineira Caroline Fernandes, garantiu a prata com 119 kg, em mais uma demonstração da força brasileira.

Em entrevista à TV Brasil antes de viajar para o México, Mariana destacou a importância da disciplina para manter o alto nível: “O meu treinador sempre fala que é difícil chegar ao topo, mas o mais difícil é se manter, porque a gente vira alvo de todo mundo. Então, a gente tem que estar bem disciplinada, que isso faz diferença na hora de buscar uma medalha.”

Ailton de Souza e Maria de Fátima Castro brilham em suas categorias

Na categoria até 80 kg, o ouro ficou com o paraibano Ailton de Souza, que superou a paralisia infantil para se tornar um destaque no esporte. Ele levantou 201 kg, superando com folga o equatoriano Sebastian Ayala e o mexicano Jairo Santiago. O feito de Ailton demonstra a superação e a dedicação dos atletas paralímpicos brasileiros.

Outra atleta em grande forma é Maria de Fátima Castro. Medalhista de bronze na Paralimpíada de Paris em 2024 na categoria até 67 kg, ela agora compete entre as atletas de até 79 kg. No Open, Maria de Fátima conquistou o ouro com 135 kg, superando a brasiliense Gabrielle Lima, que ficou com a prata em outra dobradinha verde e amarela.

Dobradinhas brasileiras reforçam liderança

A força da delegação brasileira foi ainda mais evidenciada com a dobradinha na categoria até 61 kg. A paulista Laira Guimarães garantiu o primeiro lugar com 109 kg, superando a paraense Naira Cruz, que ficou com a prata com 106 kg. Ambas mudaram de categoria neste novo ciclo paralímpico, mostrando adaptação e sucesso.

No primeiro dia de competições, domingo (4), o Brasil já havia mostrado seu potencial com quatro medalhas. Marco Túlio Cruz e Lara Lima conquistaram o ouro nas categorias até 49 kg e até 45 kg, respectivamente. João Maria França levou a prata até 59 kg e Brenda Pepe o bronze até 41 kg, demonstrando a amplitude do talento brasileiro.

Open das Américas: um passo crucial para Los Angeles 2028

O Open das Américas é uma competição obrigatória para atletas do continente que buscam uma vaga na Paralimpíada de Los Angeles 2028. Além deste torneio, os Jogos Parapan-Americanos de Lima em 2027 e o Campeonato Mundial na Cidade do México serão eventos chave para cumprir as exigências da World Para Powerlifting (WPPO).

Para garantir a classificação final, os atletas precisarão participar de pelo menos duas etapas da Copa do Mundo de halterofilismo até 2028. Os oito melhores de cada categoria de peso, que atenderem a todos os requisitos da WPPO, carimbarão o passaporte para os Jogos Paralímpicos.

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