Empregados da Caixa Econômica Federal mantêm greve nacional e rejeitam nova proposta da empresa.
A decisão de manter a greve nacional, que já dura mais de um mês, foi tomada em assembleia virtual nesta segunda-feira (21). Os trabalhadores da Caixa Econômica Federal rejeitaram a proposta apresentada pela empresa para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
O comando da greve deve anunciar os próximos passos do movimento em breve. A paralisação teve início após a primeira rejeição da proposta, e a adesão expressiva demonstra o descontentamento da categoria.
Segundo a Comissão Executiva dos Empregados (CEE), a **rejeição da proposta foi massiva**, com mais de 90% das bases sindicais votando contra. A notícia foi divulgada pela própria CEE, detalhando os principais pontos de impasse.
Saúde Caixa é o Principal Ponto de Divergência
Um dos focos centrais da discordância entre empregados e a direção da Caixa é o Saúde Caixa, o plano de assistência médica dos trabalhadores. A categoria reivindica avanços significativos em outros itens do acordo específico, negociado desde junho.
A proposta que foi rejeitada nesta segunda-feira previa um aumento no teto de participação do banco no custeio do Saúde Caixa. Atualmente em 6,5% da folha de pagamento, o percentual subiria para 9% a partir de 2027.
Reivindicações Abrangem Outros Itens do Acordo
Além da questão do plano de saúde, os empregados da Caixa também buscam melhorias em outros pontos cruciais do Acordo Coletivo de Trabalho. As negociações se estendem desde o meio do ano, demonstrando a complexidade das demandas.
A continuidade da greve indica que as insatisfações da categoria vão além do Saúde Caixa, abrangendo um conjunto de reivindicações que ainda não foram atendidas pela empresa.
Próximos Passos da Greve Serão Definidos em Breve
Com a rejeição da proposta e a manutenção da greve, a expectativa agora recai sobre os próximos anúncios do comando grevista. A paralisação afeta as atividades do banco em todo o país, e a resolução do impasse é aguardada por clientes e pelo mercado.
A mobilização dos empregados da Caixa demonstra a força da categoria na busca por melhores condições de trabalho e a valorização de benefícios essenciais como o plano de saúde.
