Graças ao confronto de digitais realizado por peritos do Instituto de Criminalística de Mogi das Cruzes, três dos sete cadáveres encontrados domingo sepultados numa área de terreno do Jardim Botujurú, foram identificados. As sepulturas clandestinas foram encontradas por guardas municipais que foram atrás de dois homens suspeitos neste local. Os nomes das vítimas identificadas ainda não foram anunciados.

De acordo com o responsável pelo IML de Mogi, famílias que tinham pessoas desaparecidas procuraram o órgão levando documentos e informando as características físicas dos mesmos. As digitais dos documentos foram analisadas e deram positivo para três das vítimas. Acredita-se que tenham sido mortas a golpes de enxada.

Há pelo menos dois corpos que, devido ao estado de decomposição, precisam ser encaminhados ao IML de São Paulo, setor de antropologia, para tentar a identificação. Outros dois permanecem no IML de Mogi para o processo de identificação.

Para a Polícia Civil, essa área de mata teria sediado o chamado “tribunal do crime”, ou seja, julgamento sumário destas pessoas por líderes de organização criminosa. A polícia agora estará ouvindo os familiares das vítimas já identificadas, para poder coletar evidências e identificar os autores dos crimes.

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