Próxima parada: pedofilia

Próxima parada: pedofilia

Nos últimos dias uma onda de indignação surgiu nas redes sociais após a notícia de que um grupo de pedófilos assumidos exigiu que o movimento LGBT os aceitasse como parte da comunidade e acrescente um P (de pedofilia mesmo) na causa das minorias.

Nada disso pegou de surpresa quem acompanha o que acontece nas salas de aula de universidades e escolas (até mesmo em Arujá, onde a moda da Ideologia de Gênero é transmitida por militantes disfarçados de professores).

A obsessão de acadêmicos, psicólogos e professores em quebrar tabus e desconstruir a sexualidade de crianças e adolescentes é visível. Essa é uma agenda de perversão abre caminho para a aceitação legal e cultural de abominações como a pedofilia.

Não demorará muito para que cheguemos um cenário tal em que o pedófilo seja considerado um “doente”, uma vítima”, e quem se opor à pedofilia seja tratado como um careta intolerante que não compreende a sexualidade alheia.

O primeiro passo para isso é esvaziar a pedofilia da sua dimensão imoral, “limpar” seu aspecto repugnante e transformá-la numa mera “doença”.

O filósofo Olavo de Carvalho já alertou há mais dez anos que o próximo passo dos quebradores de tabus é a reinvenção da pedofilia como uma doença e o pedófilo como uma vítima.

Olavo de Carvalho explica que as obras de engenharia social funcionam assim: primeiro as universidades começam a discutir e ventilar teses e idéias que, em um primeiro momento, são consideradas absurdas. Em seguida, elas são ventiladas na mídia de maneira massiva, e em seguida se busca a aprovação política e legal do que antes era controverso.

Há muitos exemplos de praticantes da pedofilia que eram intelectuais de grande reputação, até hoje adorados por professores, entre eles Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. Mais recentemente, Michel Foucault, que admitiu que intencionalmente contaminava seus parceiros com AIDS nas saunas gays de São Francisco.

Não podemos permitir. É preciso dizer sempre: a pedofilia é um crime terrível e a sexualização das crianças é a suprema perversidade. Não é uma doença a ser tratada e tolerada. É um desvio terrível cujas ações devem ser punidas com gravidade.

(Thiago Cortês é sociólogo pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo)

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