Com um sorriso tímido e delicadeza no trato com as pessoas de todas as idades e condição social, Joaquim Geraldo Ribeiro, integrante da GCM e há 25 anos atendendo a população na Prefeitura de Arujá é alguém que enobrece o funcionalismo público municipal. Ele é uma unanimidade entre as pessoas que procuram definir o perfil exemplar de um servidor, conquistando o respeito dos colegas e de seus superiores.

O jeitão amistoso que ainda lhe confere uma aparência jovial é único e pode até enganar; Joaquim completou 53 anos de idade, é casado desde 1992 e tem duas filhas formadas em farmácia que já são casadas. “Deus me deu uma família abençoada, e sou muito agradecido por este trabalho que ao longo dos anos me permitiu cuidar e educar minhas meninas. Elas são formadas no ramo de farmácia, exercem a profissão e também são dedicadas naquilo que fazem”, revela.

Joaquim nasceu em Coronel Macedo, na divisa entre São Paulo e Paraná e ainda pequeno foi para a cidade Itapeva com a família. Ali estudou e ingressou numa escola técnica voltada para a metalurgia. “Essa escola oferecia um estágio pago e a Prometal, localizada aqui em Arujá, oferecia esse estágio, então me candidatei e vim sozinho para Arujá. Após o estágio, fiquei cinco anos nesta empresa até o seu fechamento em 95. Então eu me vi desempregado e resolvi me inscrever no concurso público promovido pela Prefeitura para compor o quadro da Guarda Municipal, que foi criada em 1996”, relatou Joaquim ao jornal.
Aprovado no concurso, ele integrou a primeira turma e juntamente com as colegas Kátia Moura e Elisabete, a Guarda Bete, e com elas foi destacado para o atendimento no Paço Municipal, a fim de manter a ordem e atender as pessoas que chegam à sede do poder executivo sem saber exatamente a que setor recorrer e muitas vezes, inseguras, confusas ou até revoltadas.

“Ao longo destes anos, essa porta de entrada da Prefeitura tem sido um grande aprendizado de compreensão do ser humano. Eu atendo pessoas de todos os perfis e diria que 30% dessa demanda é de pessoas idosas, que precisam ser ouvidas. Elas têm tanta necessidade de serem ouvidas que falam de muitas situações até chegarem naquilo que realmente desejam solucionar. E eu fico feliz em poder ouvir, mostrar consideração e depois apontar o setor onde elas podem obter atendimento. Sempre procurei ser correto na minha orientação e procuro ser um relações públicas eficiente, pois o prefeito e sua equipe, independente de quem seja ou de cor partidária, precisa ser bem representado pela pessoa que recebe a população na sede da Prefeitura”, destaca.

Questionado se gostaria de tentar outra carreira, ou se anseia pela aposentadoria, Joaquim Ribeiro diz que é um homem realizado por estar exatamente onde está. “Eu realmente gosto do que faço, me sinto orgulhoso em ser um servidor público municipal e enquanto tiver vida e saúde quero continuar servindo a população de Arujá, servindo a GCM local e nossas autoridades. Peço a Deus que cuide da nossa cidade, que nos dê entendimento para fazermos o melhor a cada dia pois é isso o que temos que pensar depois dessa pandemia tão assustadora. Vivemos com um propósito, que é servir ao nosso próximo”, completou.

Neste 28 de outubro, em que se comemora o Dia do Funcionalismo público, o Jornal de Arujá homenageia a todos os servidores municipais e estaduais, na pessoa e por meio do exemplo do GCM Joaquim Ribeiro.

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